TEXTO E CONTEXTO
Pedro é morador da cidade de São Paulo, vítima das enchentes que todos os anos assolam a cidade. Foi diversas vezes à subprefeitura de seu bairro questionar o que pode ser feito para que o córrego perto de sua casa não transborde nos dias de tempestade. Porém nada acontecia após o registro de suas reclamações. Pedro então, assistindo a um noticiário, resolveu que deveria procurar um jornal, para que pudesse explicar o que acontecia e ver se, com essa pressão, alguém tomava uma providência. Contudo, não sabia como fazer. Escreveria uma carta? Para quem? Que palavras usar? Como começar esse texto?
Pedro está inserido em uma situação comunicativa. Ele tem um problema e quer resolvê-lo: para tanto, precisa organizar a linguagem para se expressar com clareza. Ele vai produzir um texto. Mas esse texto tem características próprias, que é justamente o ponto que Pedro está questionando nesse momento. Chamamos de “gênero textual”
Conceito de texto: segundo Diana L. P. Barros, o texto “pode ser tanto um texto linguístico, indiferentemente oral ou escrito – uma poesia, um romance, um editorial de jornal, uma oração, um discurso político, um sermão, uma aula, uma conversa de crianças –, quanto um texto visual ou gestual – uma aquarela, uma gravura, uma dança – ou, mais frequentemente, um texto sincrético de mais de uma expressão – uma história em quadrinhos, um filme, uma canção popular.”
Conceito de gênero textual: na definição de Marcuschi, é “uma noção propositalmente vaga para referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sociocomunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica. Se os tipos textuais são apenas meia dúzia, os gêneros são inúmeros. Alguns exemplos de gêneros textuais seriam: telefonema, sermão, carta comercial, carta pessoal, romance, bilhete, reportagem jornalística, aula expositiva, reunião de condomínio e assim por diante”.
Uma carta é um gênero com algumas características: normalmente escrito em 1ª pessoa, nela seu autor diz o que pretende, dá informações, se dirige a alguém. Ele também precisa assinar e datar o texto. Há muitos outros gêneros.
Na verdade, no dia a dia, estamos usando gêneros o tempo todo: escrevemos bilhetes, torpedos, recados no Facebook, temos conversas ao telefone, organizamos listas, lemos notícias na internet. Em suma: a linguagem está sempre organizada em um dado gênero textual e saber escolher qual é o mais adequado para a situação e como ele funciona é muito importante. Voltemos ao caso de Marta. Ela fará uma “apresentação oral”. Esse também é um gênero, com características diferentes da carta. Ela precisará conhecer as esse modo de organização desses textos para que se apresente da melhor forma e atinja seus objetivos.
No processo de leitura e construção de sentido dos textos, levamos em conta que a escrita/fala baseiam-se em formas padrão e relativamente estáveis de estruturação e é por essa razão que, cotidianamente, em nossas atividades comunicativas, são incontáveis as vezes em que não somente lemos textos diversos, como também produzimos ou ouvimos enunciados, tais como; “escrevi uma carta”, “recebi um e-mail”, “achei o anúncio interessante”, “ o artigo apresenta argumentos consistentes”, “fiz o resumo do livro”, “ a poesia é de um autor desconhecido”, “ li o conto”, a piada foi boa”, “ que tirinha engraçada”!, “ a lista é numerosa”.
Os gêneros, como práticas sociocomunicativas, são dinâmicos e sofrem variações na sua constituição, que, em muitas ocasiões, resultam em outros gêneros, novos gêneros.
Importante!
Todo profissional precisa se comunicar bem. Para tanto, dominará alguns gêneros que usa no dia a dia, seja para ler ou escrever, e, assim, atingirá seus objetivos. Essa consequência virá também porque, ao escolher o gênero certo para o momento correto, correspondemos às expectativas da situação. É mais ou menos como “usar a roupa certa para cada ocasião.
Conceito de gênero textual: na definição de Marcuschi, é “uma noção propositalmente vaga para referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sociocomunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica. Se os tipos textuais são apenas meia dúzia, os gêneros são inúmeros. Alguns exemplos de gêneros textuais seriam: telefonema, sermão, carta comercial, carta pessoal, romance, bilhete, reportagem jornalística, aula expositiva, reunião de condomínio e assim por diante”.
Uma carta é um gênero com algumas características: normalmente escrito em 1ª pessoa, nela seu autor diz o que pretende, dá informações, se dirige a alguém. Ele também precisa assinar e datar o texto. Há muitos outros gêneros.
Na verdade, no dia a dia, estamos usando gêneros o tempo todo: escrevemos bilhetes, torpedos, recados no Facebook, temos conversas ao telefone, organizamos listas, lemos notícias na internet. Em suma: a linguagem está sempre organizada em um dado gênero textual e saber escolher qual é o mais adequado para a situação e como ele funciona é muito importante. Voltemos ao caso de Marta. Ela fará uma “apresentação oral”. Esse também é um gênero, com características diferentes da carta. Ela precisará conhecer as esse modo de organização desses textos para que se apresente da melhor forma e atinja seus objetivos.
No processo de leitura e construção de sentido dos textos, levamos em conta que a escrita/fala baseiam-se em formas padrão e relativamente estáveis de estruturação e é por essa razão que, cotidianamente, em nossas atividades comunicativas, são incontáveis as vezes em que não somente lemos textos diversos, como também produzimos ou ouvimos enunciados, tais como; “escrevi uma carta”, “recebi um e-mail”, “achei o anúncio interessante”, “ o artigo apresenta argumentos consistentes”, “fiz o resumo do livro”, “ a poesia é de um autor desconhecido”, “ li o conto”, a piada foi boa”, “ que tirinha engraçada”!, “ a lista é numerosa”.
Os gêneros, como práticas sociocomunicativas, são dinâmicos e sofrem variações na sua constituição, que, em muitas ocasiões, resultam em outros gêneros, novos gêneros.
Importante!
Todo profissional precisa se comunicar bem. Para tanto, dominará alguns gêneros que usa no dia a dia, seja para ler ou escrever, e, assim, atingirá seus objetivos. Essa consequência virá também porque, ao escolher o gênero certo para o momento correto, correspondemos às expectativas da situação. É mais ou menos como “usar a roupa certa para cada ocasião.

Nenhum comentário:
Postar um comentário