quinta-feira, 22 de maio de 2014

Concepção de leitura


Concepção de leitura

Foco no autor
Nessa concepção de língua como representação do pensamento e de sujeito como senhor absoluto de suas ações e de sua dizer, o texto é visto como um produto, lógico, do pensamento ( representação mental) do autor nada mais cabendo ao leitor senão “ captar” essa representação mental, juntamente como suas intenções ( psicológicas) do produtor, exercendo, pois, um papel passivo.

A leitura, assim, é entendida como a atividade captação das ideias do autor, sem se levar em conta as experiências e os conhecimentos do leitor, a interação autor-texto-leitor com propósitos constituídos sócio-cognitivo-interacionalmente. Foco de atenção e, pois o autor e suas intenções, e o sentido está centrado o autor, bastando tão-somente ao leitor captar essas intenções. 

Foco no texto
Por sua vez, à concepção de língua como estrutura corresponde a de sujeito determinado, “ assujeitado” pelo sistema, caracterizado por uma espécie de “não consciência”. O princípio explicativo de todo e qualquer fenômeno e de todo e qualquer comportamento individual repousa sobre a consideração do sistema, que linguístico, quer social.

A leitura é uma atividade que exige do leitor o foco no texto, em sua linearidade, uma vez que “tudo está dito no dito”. Se na concepção anterior, ao leitor cabia o reconhecimento das intenções do autor, nesta concepção, cabe-lhe o reconhecimento do sentido da palavras e estruturas do texto. Em ambas, porém, o leitor é caracterizado por realizar uma atividade de reconhecimento, de reprodução.

Foco na interação autor-leitor-texto
Os sujeitos são vistos como atores/construtores sociais, sujeitos ativos que – dialogicamente – se constroem e são construídos no texto, considerado o próprio lugar da interação e da constituição dos interlocutores.

Nessa perspectiva, o sentido de um texto é construído na interação texto-sujeitos e não algo que preexista a essa interação. A leitura é, pois, uma atividade interativa altamente complexa de produção de sentidos, que se realiza evidentemente com base nos elementos linguísticos presentes na superfície textual e na sua forma de organização, mas requer a mobilização de um vasto conjunto de saberes no interior do evento comunicativo.


 Texto e intertextualidade



Intertextualidade
acontece quando há uma referência explícita ou implícita de um texto em outro. Também pode ocorrer com outras formas além do texto, música, pintura, filme, novela etc. Toda vez que uma obra fizer alusão à outra ocorre a intertextualidade.

Paráfrase
Na paráfrase as palavras são mudadas, porém a ideia do texto é confirmada pelo novo texto, a alusão ocorre para atualizar, reafirmar os sentidos ou alguns sentidos do texto citado. É dizer com outras palavras o que já foi dito.

Paródia
A paródia é uma forma de contestar ou ridicularizar outros textos, há uma ruptura com as ideologias impostas e por isso é objeto de interesse para os estudiosos da língua e das artes.

Os programas humorísticos fazem uso contínuo dessa arte, frequentemente os discursos de políticos são abordados de maneira cômica e contestadora, provocando risos e também reflexão a respeito da demagogia praticada pela classe dominante.

O intertexto só funciona quando o leitor é capaz de perceber a referência do autor a outras obras ou a fragmentos identificáveis de variados textos. Este recurso assume papéis distintos conforme a contextura na qual é inserido. A pressuposta cultura geral relacionada ao uso deste mecanismo literário deve, portanto, ser dividida entre autores e leitores.

A Paráfrase é a réplica de um escrito alheio, posicionado em um uma obra com as palavras de seu autor. Este deve, portanto, esclarecer que o trecho reproduzido não é de sua autoria, citando a fonte bibliográfica pesquisada, a fim de não cometer plágio. A paródia é uma distorção intencional de outro texto, com objetivos críticos ou irônicos.

O
Pastiche é a imitação rude de outros criadores – escritores, pintores, entre outros – com intenção pejorativa, ou uma modalidade de colagens e montagens de vários textos ou gêneros, compondo uma espécie de colcha de retalhos textual. A tradução se insere na esfera da intertextualidade porque o tradutor recria o texto original.




A Referência é o ato de se mencionar determinadas obras, de forma direta ou indireta. A Alusão é uma figura de linguagem que se vale da referência ou da citação de um evento ou de uma pessoa, concreta ou integrante do universo da ficção, denominada interlocutor. Ela é igualmente conhecida como ‘intertextualidade’ ou ‘polifonia’.


Concluímos que: essa foi a melhor aula do semestre pois pudemos conhecer mais sobre intertextualidade e aprendemos que vários autores sempre utilizam essas técnicas, como Maurício de Souza ao fazer uma intertextualidade com o  famoso quadro de Leonardo da Vinci onde Mônica é pintada como se fosse a Monalisa. Aprendemos também sobre a famosa paródia que é encontrada com maior facilidade em programas televisivos e também na poesia como exemplo bastante conhecido, na poesia de Gonçalves Dias "Canção do exílio".
Esperamos que gostem do nosso trabalho e conclusão.
Boa leitura e bom estudo a todos. J

Texto e contexto



TEXTO E CONTEXTO

O problema do Pedro é o nosso
Pedro é morador da cidade de São Paulo, vítima das enchentes que todos os anos assolam a cidade. Foi diversas vezes à subprefeitura de seu bairro questionar o que pode ser feito para que o córrego perto de sua casa não transborde nos dias de tempestade. Porém nada acontecia após o registro de suas reclamações. Pedro então, assistindo a um noticiário, resolveu que deveria procurar um jornal, para que pudesse explicar o que acontecia e ver se, com essa pressão, alguém tomava uma providência. Contudo, não sabia como fazer. Escreveria uma carta? Para quem? Que palavras usar? Como começar esse texto? 


Pedro está inserido em uma situação comunicativa. Ele tem um problema e quer resolvê-lo: para tanto, precisa organizar a linguagem para se expressar com clareza. Ele vai produzir um texto. Mas esse texto tem características próprias, que é justamente o ponto que Pedro está questionando nesse momento. Chamamos de “gênero textual”

Conceito de texto: segundo Diana L. P. Barros, o texto “pode ser tanto um texto linguístico, indiferentemente oral ou escrito – uma poesia, um romance, um editorial de jornal, uma oração, um discurso político, um sermão, uma aula, uma conversa de crianças –, quanto um texto visual ou gestual – uma aquarela, uma gravura, uma dança – ou, mais frequentemente, um texto sincrético de mais de uma expressão – uma história em quadrinhos, um filme, uma canção popular.”

Conceito de gênero textual: na definição de Marcuschi, é “uma noção propositalmente vaga para referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sociocomunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica. Se os tipos textuais são apenas meia dúzia, os gêneros são inúmeros. Alguns exemplos de gêneros textuais seriam: telefonema, sermão, carta comercial, carta pessoal, romance, bilhete, reportagem jornalística, aula expositiva, reunião de condomínio e assim por diante”.

Uma carta é um gênero com algumas características: normalmente escrito em 1ª pessoa, nela seu autor diz o que pretende, dá informações, se dirige a alguém. Ele também precisa assinar e datar o texto. Há muitos outros gêneros.

Na verdade, no dia a dia, estamos usando gêneros o tempo todo: escrevemos bilhetes, torpedos, recados no Facebook, temos conversas ao telefone, organizamos listas, lemos notícias na internet. Em suma: a linguagem está sempre organizada em um dado gênero textual e saber escolher qual é o mais adequado para a situação e como ele funciona é muito importante. Voltemos ao caso de Marta. Ela fará uma “apresentação oral”. Esse também é um gênero, com características diferentes da carta. Ela precisará conhecer as esse modo de organização desses textos para que se apresente da melhor forma e atinja seus objetivos.

No processo de leitura e construção de sentido dos textos, levamos em conta que a escrita/fala baseiam-se em formas padrão e relativamente estáveis de estruturação e é por essa razão que, cotidianamente, em nossas atividades comunicativas, são incontáveis as vezes em que não somente lemos textos diversos, como também produzimos ou ouvimos enunciados, tais como; “escrevi uma carta”, “recebi um e-mail”, “achei o anúncio interessante”, “ o artigo apresenta argumentos consistentes”, “fiz o resumo do livro”, “ a poesia é de um autor desconhecido”, “ li o conto”, a piada foi boa”, “ que tirinha engraçada”!, “ a lista é numerosa”.

Os gêneros, como práticas sociocomunicativas, são dinâmicos e sofrem variações na sua constituição, que, em muitas ocasiões, resultam em outros gêneros, novos gêneros.

Importante!

Todo profissional precisa se comunicar bem. Para tanto, dominará alguns gêneros que usa no dia a dia, seja para ler ou escrever, e, assim, atingirá seus objetivos. Essa consequência virá também porque, ao escolher o gênero certo para o momento correto, correspondemos às expectativas da situação. É mais ou menos como “usar a roupa certa para cada ocasião. 

Os gêneros na música


A década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. “Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma ‘brasilidade revolucionária’, que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação”, diz Marcelo Ridenti, professor de sociologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp. Mas até hoje a compreensão dessa relação, entre política e cultura, é complexa e inclui nomes de peso do panteão cultural que foram comunistas, como: Jorge Amado, Nelson Pereira dos Santos, Caio Prado Jr., Nora Ney, Dias Gomes, Jorge Goulart e Di Cavalcanti, entre outros. “É um problema que não cabe numa equação simples que supõe a militância comunista de artistas e intelectuais como parte de um desejo de transformar seu saber em poder. Tampouco se pode supor que houvesse mera manipulação dos intelectuais pelos dirigentes do Partido Comunista Brasileiro [PCB]”, explica o professor, que analisou a questão no projeto Artistas e intelectuais comunistas na consolidação do campo intelectual e da indústria cultural no Brasil.



O que se cantava na década de 1960?

A década de 1960, ou simplesmente década de 60 ou ainda anos 60 foi o período de tempo entre 1 de janeiro de 1961 e 31 de dezembro de 1970


Vários países ocidentais deram uma guinada à esquerda no início da década, com a vitória de John F. Kennedy nas eleições de 1960 nos Estados Unidos, da coalizão de centro-esquerda na Itália em 1963 e dos trabalhistas no Reino Unido em 1964. No Brasil, João Goulart virou o primeiro presidente trabalhista com a renúncia de Jânio Quadros

Ao falar em música brasileira da década de 60 deve-se pensar em quatro gêneros: Jovem Guarda, Bossa Nova, Tropicália e MPB, que, por sua vez, eram divididos em dois grupos: os “alienados” (Jovem Guarda e Bossa Nova) e os “engajados” (MPB e Tropicália). Elis Regina, Jair Rodrigues, Nara Leão e Chico Buarque artistas que se consagram nos festivais. Fonte: Portal de Educação Musical do Colégio Pedro II – www.portaledumusicalcp2.mus.br . Acesso em 03.03.2014.



A Música de Protesto

A palavra festival vem do latim “festivitas”, que significa tanto ‘um dia de festa’ quanto ‘uma maneira engenhosa de dizer’. E essa maneira engenhosa faz-se muito presente nos festivais da década de 1960, precisamente pelo caráter crítico à ditadura militar vigente no período.

Alguns artistas se empenharam em produzir obras que pudessem expressar o momento político de então. Ficaram conhecidos como o grupo da “música de protesto”. Exemplo emblemático é a música Para não dizer que não falei de flores (”Caminhando”) de Geraldo Vandré, que até hoje é cantada nas passeatas e manifestações políticas, principalmente as da classe dos estudantes. Ela concorreu no III FIC, em 1968, pouco antes da vigência do Ato Institucional número 5 (AI‐5), instrumento legal que decretou censura absoluta aos meios de comunicação e nas manifestações artísticas, sobretudo a música. De certa forma, o AI‐5 decretou, também, o fim dos festivais




A Jovem Guarda

A Jovem Guarda foi um gênero musical surgido na metade dos anos 60. Foi o equivalente nacional ao movimento liderado pelos Beatles, banda inglesa surgida nos anos 1960, mesclando letras românticas descontraídas com guitarras elétricas, ditando um novo comportamento voltado para a juventude: a moda das calças Saint Tropez, das mini saias, dos cabelos compridos para os rapazes, das blusas com babados e das gírias como “é uma brasa, mora”, “brotinho”, “é papo firme”, entre outras. 

O gênero tem esse nome devido ao programa homônimo que reunia as maiores estrelas do movimento, como Ronnie Von, Martinha, Eduardo Araújo, Wanderley Cardoso, Jerry Adriani e as bandas Os Incríveis, Renato e seus Blue Caps, Golden Boys e The Fever. Apresentado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléia (Calhambeque, Tremendão e Ternurinha), fez um grande sucesso entre o público jovem, impulsionando a venda de produtos relacionados à marca e estética da Jovem Guarda. 

Entre os sucessos da Jovem Guarda estão: “Quero Que Vá Tudo Pro Inferno” e “O Calhambeque” (Roberto Carlos); “Festa de Arromba” (Erasmo Carlos); “Biquíni de Bolinha Amarelinha” (Celly Campello e Ronnie Cord); “O Bom” (Eduardo Araújo).

O programa Jovem Guarda estreou em 1965 e terminou em 1969. Com o programa também terminou o movimento da Jovem Guarda, que perdeu muita força na época para a Tropicália. Segundo Erasmo Carlos: “A Tropicália era uma Jovem Guarda com consciência das coisas, e nos deixou num branco total”. O movimento iê‐iê‐iê e suas guitarras elétricas influenciaram tanto a Tropicália quanto a música da MPB dos anos 70 até os dias de hoje.

O principal trio do movimento: Roberto Carlos, Wanderléia e Erasmo Carlos.




A Bossa Nova


“Oficialmente”, podemos dizer que a Bossa Nova começou num dia de agosto de 1958, quando chegou às lojas de discos um disco duplo de 78 rotações, do selo ODEON, do cantor e violonista João Gilberto. O disco é um marco, pois trazia a música que dava título ao LP, Chega de Saudade, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.

João Gilberto é hoje uma dos mais conhecidos artistas brasileiros, justamente porque sua trajetória se confunde com o gênero Bossa Nova. Sua inovadora “batida” de violão e seu jeito coloquial de cantar são características incorporadas ao gênero musical que se tornou um símbolo do Brasil no exterior.

Antes de lançar seu disco, João já havia participado, com seu violão moderno, de outro importante disco do novo gênero. Trata‐se de Canção do Amor Demais, da cantora Elizeth Cardoso. A canção que dava título ao disco também era de Tom e Vinícius, considerados os “papas” da Bossa Nova.

Tom Jobim e Vinícius de Moraes deixaram uma obra vastíssima com músicas que hoje são grandes sucessos: Garota de Ipanema, Chega de Saudade, Canção do amor demais, Se todos fossem iguais a você, Eu sei que vou te amar, entre outras. Tom teve outros parceiros também. Newton Mendonça é autor da letra de Samba de uma nota só e Desafinado, dois grandes sucessos do gênero

A ação da censura durante o regime militar, como já foi visto, foi a grande responsável pelo declínio e fim dos festivais. Curiosamente, iniciou-se um período muito fértil na música brasileira, já que os compositores, diante da necessidade de “driblar” a censura, criaram inúmeras letras de fundo político traduzidas em metáforas poéticas. Mas logo no início do AI‐5, a situação ficou insustentável. Chico Buarque, depois de preso e interrogado auto exilou-se na Itália. Caetano e Gil não tiveram a mesma sorte. Depois de presos um tempo, foram obrigados a abandonar o país. 



A Tropicália


O Tropicalismo foi um movimento de ruptura que sacudiu o ambiente da música popular e da cultura brasileira entre 1967 e 1968. Seus participantes formaram um grande coletivo, cujos destaques foram os cantores‐compositores Caetano Veloso e Gilberto Gil, além das participações da cantora Gal Costa e do cantor‐compositor Tom Zé, da banda Mutantes, e do maestro Rogério Duprat. A cantora Nara Leão e os letristas José Carlos Capinan e Torquato Neto completaram o grupo, que teve também o artista gráfico, compositor e poeta Rogério Duarte como um de seus principais mentores intelectuais. 

Os tropicalistas deram um histórico passo à frente no meio musical brasileiro. A música brasileira pós‐Bossa Nova e a definição da “qualidade musical” no país estavam cada vez mais dominadas pelas posições tradicionais ou nacionalistas de movimentos ligados à esquerda. Contra essas tendências, o grupo baiano e seus colaboradores procuram universalizar a linguagem da MPB, incorporando elementos da cultura jovem mundial, como o rock, a “psicodélica” e a guitarra elétrica. Caetano, Gil e os Mutantes no III FIC. 



Música Popular Brasileira – MPB

Música Popular Brasileira (MPB) é um gênero musical que surgiu a partir de 1966, com a segunda geração da bossa nova. Teve influência de outros ritmos, como o rock e o samba, em um cenário de miscigenação de culturas. A MPB, além de ter grande relevância como manifestação estética, tradutora da identidade cultural, apresenta-se como um forma de preservação da memória coletiva e como um espaço social privilegiado para as leituras e interpretações do Brasil. 


Apesar de abrangente, a MPB não deve ser entendida como um sinônimo de música do Brasil. A MBP é um gênero dentro da totalidade de ritmos oriundos do nosso país. Muito ampla e difundida, a Música Popular Brasileira tem em sua história uma variedade imensa de cantores de sucesso, entre eles Gilberto Gil, Chico Buarque, Caetano Veloso e Marisa Monte.

A televisão desempenhou um papel importante para a divulgação da MPB e de seus novos artistas. Com a transformação da bossa nova, uma nova geração de compositores foi lançada. O tema Arrastão, de Vinícius de Moraes e Edu Lobo, marcou o início da MPB, mostrando uma música de protesto, nacionalista, com aproximações ao samba tradicional. Nomes como Elis Regina, Gal Costa e Maria Bethânia marcaram os anos 80 da Música Popular Brasileira.

Hoje a MPB, já consagrada, amadurece, cresce, amplia-se e incorpora novos artistas. O perfil inicial marcadamente nacionalista foi integrando elementos de diversas procedências. Esta diversidade é saudada, é uma das marcas deste gênero musical, que hoje apresenta ainda mais dificuldades para sua definição. Atinge toda população brasileira, todas as classes, raças e credos, identifica nossa maneira de viver.

Artistas como Adriana Calcanhotto, Ana Carolina, Chico César, Dorival Caymmi, Elba Ramalho, João Bosco, Lenine, Maria Rita, Milton Nascimento, Nando Reis, Ney Matogrosso, Seu Jorge, Tim Maia, Vanessa da Matta, Wilson Simonal e Zeca Baleiro representam esse gênero musical.

Concluímos que: ao longo dos anos houve grande mudança relacionada aos gêneros musicais e que ainda estão presentes no nosso cotidiano seja através das recentes manifestações, seja em programas televisivos como novelas por exemplo, pois essas foram músicas de grande impacto e sucesso na sociedade brasileira daquela época.
A música é sempre importante no estudo de texto pois tem o objetivo de passar uma mensagem ao ouvinte e suas letras são basicamente apoiadas em amor, crítica social ou sobre a própria experiência de vida do autor ou pensando na sociedade como um todo.
Esperamos que gostem do nosso trabalho e conclusão.
Boa leitura e bom estudo a todos  J

Conceito de texto


Conceito de texto 

O termo texto abrange tanto textos orais, como textos escritos que tenham como extensão mínima dois signos linguísticos, um dos quais, porém, pode ser suprido pela situação, no caso de textos de uma só palavra, como ”Socorro!”, sendo sua extensão máxima indeterminada.

É possível perceber na definição acima, uma ênfase no aspecto material e/ou formal do texto: sua extensão, seus constituintes. Nesse sentido, o texto é encarado como uma unidade que, apesar de teoricamente poder ser de tamanho indeterminado, é, em geral, delimitada, com um início e um final mais ou menos explícito.

A definição de texto deve levar em conta que:

a) A produção textual é uma atividade verbal, isto é, os falantes, ao produzirem um texto, estão praticando ações, atos de fala. Sempre que se interage por meio da língua, ocorre a produção de enunciados dotados de certa força, que irão produzir no interlocutor determinado(s) efeito(s) ainda que não sejam aqueles que o locutor tinha em mira.

b) A produção textual é uma atividade verbal consciente, isto é, trata-se de uma atividade intencional, por meio da qual o falante dará a entender seus propósitos, sempre levando em conta as condições em que tal atividade é produzida; considera-se, dentro desta concepção que o sujeito falante possui um papel ativo na mobilização de certos tipos de conhecimentos, de elementos linguísticos. O sujeito sabe o que faz, como faz e com que propósitos faz ( se entendemos que dizer é fazer).

Na realidade, toda palavra comporta duas faces. Ela é determinada tanto pelo fato de que procede de alguém, como pelo fato de que se dirige para alguém.



Texto e contexto 

(Com) texto, leitura e sentido

A leitura é uma atividade altamente complexa de produção de sentidos que se realiza, evidentemente, com base nos elementos linguísticos presentes na superfície textual e na sua forma de organização, mas que requer a mobilização de um vasto conjunto de saberes.

Subjacente a essa concepção de leitura, encontra-se o pressuposto segundo o qual o sentido de um texto não existe a priori , mas é constituído na interação sujeitos-texto. Assim sendo, na e para a produção de sentido, necessário se faz levar em conta o contexto.


Na leitura e produção de sentido do texto, é solicitado que o leitor considere:

·   A materialidade linguística constitutiva do texto e o efeito de humor que produz, causado pelo jogo de palavras parênteses – explicitada no enunciado do primeiro balão – e parentes – implícita no enunciado do segundo balão.

·         O gênero textual charge e sua funcionalidade;
·         A tematização proposta no título ( projeto anti-nepotismo) circunscrita à realidade brasileira;
·         A data da publicação;
·         O meio de veiculação.

Todos esses conhecimentos constituem diferentes tipos de contextos subsumidos por um contexto mais abrangente, o contexto sociocognitivo.
Assim sendo, que significados devem se tornar explícitos depende, em larga escala, do uso que o produtor do texto fizer dos fatores contextuais. Tanto na fala como na escrita, os produtores fazem uso de uma multiplicidade de recursos, muito além das simples palavras que compõem as estruturas. Foi o que percebemos no texto anterior, é o que perceberemos no miniconto a seguir:

Vejam só: aos nove anos e três meses de idade, Serginho está deitado embaixo das cobertas com uma calça de veludo de duzentos e vinte reais, camiseta de quarenta e cinco, tênis que pisca quando encosta no solo, óculos de sol com lentes amarelas, taco de beisebol, jaqueta de náilon lilás, boné da Nike, bola de futebol de campo tamanho oficial, dois times de futebol de botão, CD dos Tribalistas, joystick, Gameboy, uma caixa de bombom de cereja ao licor, dois sacos de jujuba, um quebra-cabeça de mil e quinhentas peças, um modelo em escala do “F” cento e dezessete (desmontado), chocolate pra uma semana, três pacotes de batatinha frita (novidade, com orégano), dois litros de refrigerante com copo de canudinho combinando, quatro segmentos retos e quatro curvos de pista autorama, dois trenzinhos (um de pilha e um de corda), controle remoto, duas raquetes de pingue-pongue, duas canecas do Mickey e nem adianta seu pai, do outro lado da porta trancada pelo menino emburrado, dizer que sua mãe já volta.

Na leitura do texto, o contexto linguístico – o co-texto – orienta-nos na construção da imagem do menino, segundo sugestão expressa do próprio título Menino cheio de coisa.

Entretanto, além do linguístico, a leitura do texto demandará a (re) ativação de outros conhecimentos armazenados na memória. São esses conhecimentos que nos possibilitarão, por exemplo, situar o protagonista da história nos tempos atuais e desvelar, na “inocente historinha” , uma crítica ao modo como as crianças são educadas – alimentadas pelo consumismo, incapazes de aceitarem uma negação.

Concluímos que: o texto não é apenas escrito, podendo ser também uma imagem, um quadro, um mapa, uma letra de música ou até mesmo um simples bilhete, pois tem a intenção de comunicar, contar uma história, retratar um momento porem o objetivo é sempre o mesmo fazer com  que o a mensagem seja entendida pelo receptor. Cada texto tem sua finalidade seja ela cultural, técnica entre outros.
Esperamos que gostem do nosso trabalho e conclusão.
Boa leitura e bom estudo a todos J

Introdução à linguística textual


INTRODUÇÃO

Linguística Textual

O surgimento dos estudos sobre o texto faz parte de um amplo esforço teórico, com perspectivas e métodos diferenciados, de constituição de um outro campo, que procura ir além dos limites da frase, que procura reintroduzir, em seu escopo teórico, o sujeito da situação da comunicação, excluídos das pesquisas sobre a linguagem pelos postulados dessa mesma Linguística Estrutural – que compreendia a língua como sistema e como código, como função puramente informativa.


DESENVOLVIMENTO

É possível distinguir três momentos que abrangeram preocupações teóricas bastante diversas entre si. Em um primeiro momento, o interesse predominante voltava-se para a análise transfrástica, ou seja, para fenômenos que não conseguiam ser explicados pelas teorias sintáticas e/ou pelas teorias semânticas que ficassem limitadas ao nível da frase; em um segundo momento, com a euforia provocada pelo sucesso da gramática gerativa, postulou-se a descrição da competência textual do falante, ou seja, a construção das gramáticas textuais ;em um terceiro momento, o texto passa a ser estudado dentro de seu contexto de produção e a ser compreendido não como um produto acabado, mas como um processo, resultado de operações comunicativas e processos linguísticos em situações sócio-comunicativas; parte-se, assim, para a elaboração de uma teoria do texto. Falemos agora um pouco mais detalhadamente de cada um destes momentos.

A análise transfrástica, parte da frase para o texto. Exatamente por estarem preocupados com as relações que se estabelecem entre as frases e os períodos, de forma que construa uma unidade de sentido,o fenômeno da correferenciação, por exemplo, ultrapassa a fronteira da frase e só pode ser melhor compreendido no interior do texto.

“Pedro foi ao cinema. Ele não gostou do filme.”


Observar esse trecho, adotando uma perspectiva textual, significa olhar o emprego do pronome pessoal de 3ª pessoa de uma forma diferente. Aqui, a relação ente o nome e o pronome não é simples substituição, no sentido mais corriqueiro do termo. O uso do pronome está fornecendo ao ouvinte/leitor instruções de uma conexão entre a predicação que se faz do pronome (“não gostou do filme) e o próprio SN em questão (considerado como aquele sobre o qual também já se disse algo). Esse movimento contribui para a construção da imagem do referente (“Pedro”) por parte do ouvinte. Será a congruência entre as predicações feitas sobre o pronome e o próprio SN (“Pedro”), e não a concordância de gênero e número, que permite afirmar que o pronome ele se refere a Pedro. No entanto, apenas a presença do mecanismo de correferenciação, ao longo de uma sequência não garante que esta se constitua em um texto.
Diversos autores consideram que não há uma continuidade entre frase e texto porque há, entre eles, uma diferença de ordem qualitativa e não quantitativa, já que a significação de um texto constitui um todo que é diferente da soma das partes. Além disso, consideram que o texto é a unidade linguística mais elevada, a partir da qual seria possível chegar, por meio de segmentação, a unidades menores a serem classificadas. Por último, consideram que todo falante nativo possui um conhecimento acerca do que seja um texto, conhecimento este que não é redutível a uma análise frasal já que o falante conhece não só as regras subjacentes às relações interfrásticas (a utilização de pronomes, de tempos verbais etc.), como também sabe reconhecer quando um conjunto e enunciados constitui um texto ou quando se constitui em apenas um conjunto aleatório de palavras ou sentenças. Assim, o falante possuiria três capacidades básicas, a saber:

a) Capacidade formativa - que lhe permite produzir e compreender um número potencialmente elevado e ilimitado de textos inéditos e que também lhe possibilita a avaliação, com convergência, da boa ou má-formação de um texto dado.
b) Capacidade transformativa - que o torna capaz de reformular, parafrasear e resumir um texto dado, bem como avaliar, com convergência, a adequação do produto dessas atividades em relação ao texto a partir do qual a atividade foi executada.


c) Capacidade qualificativa - que lhe confere a possibilidade de tipificar, com convergência, um texto dado, isto é dizer se ele é uma descrição, narração, argumentação etc., e também a possibilidade de produzir um texto de um tipo particular.



Conhecimento das estruturas da língua

A frase simples


Toda a frase simples é composta por dois constituintes principais:
- o grupo do Nome
->
-Sintagma Nominal (SN)

- o grupo do Verbo
->
-Sintagma Verbal (SV)


Ex.: A Sandra saltou para o chão.
SN: A Sandra
SV: saltou para o chão
A palavra “Sandra” é o nome, neste caso, um nome próprio.
A palavra “saltou” é o verbo.
Todas as frases possuem estes dois sintagmas a que vamos chamar constituintes principais da frase porque as frases, por mais pequenas, são compostas obrigatoriamente por um nome (ou pronome) e um verbo.
Frase 1- O pássaro voou.
Frase 2- Ele fugiu.
Se quisermos, podemos expandir a frase, atribuindo-lhe mais elementos:
Frase 1 – Com o frio da noite, o pássaro voou para ramos mais abrigados junto dos poiais da casa.
contudo, a ideia principal continua a ser:
“O pássaro voou.”
Frase2 – Ele, então ao ver que o perigo avançava, fugiu para dentro do pátio da escola.

A ideia principal continua a ser “Ele fugiu”
Isto porque uma frase com sentido tem sempre de possuir um agente ( o pássaro, Ele, a Sandra)
e uma acção (voou, fugiu, saltou) como observaste nas frases dadas.

O agente é-nos dado pelos Nomes ou pronomes.
A ação é-nos dada pelos verbos.




Mas o verbo pode ser um verbo de estado.
O João permaneceu quieto.
O gato é felpudo.
A Maria é professora.
O meu irmão ficou boquiaberto.
O fato ficou bom.

O SN e o SV desempenham, respectivamente, a função de sujeito e a função de predicado:

A campainha tocou.

A campainha -> Sintagma Nominal – função de sujeito
tocou -> Sintagma Verbal – função de predicado

Predicado Verbal:

Ex: Os duendes dispararam em todas as direções.

Predicado Nominal:

Ex: Os duendes eram de um azul metálico.

Neste último caso, o verbo “ser” (na forma “eram”) não tem significação própria, quer dizer que não significa nada sozinho.

Verifica a diferença dos predicados:

Os duendes dispararam.
Os duendes eram.

No primeiro caso, a ação é clara, percebemos bem o sentido do verbo “disparar”.
Mas, no segundo caso, a frase fica incompleta, porque o verbo “ser”, como outros verbos de 
estado, são verbos de significação indefinida. Precisam de uma espécie de ajudante ou muleta para obterem sentido:

Os duendes eram azuis.
Os duendes ficaram atónitos.
Os duendes pareciam pequenos monstros.
Os duendes estão ali.

À expressão que vem imediatamente a seguir a um verbo de significação indefinida chamamos predicativo do sujeito, porque servem para caracterizar o sujeito ou o seu estado, ou a sua situação.

Podemos, então, observar o seguinte:

O Pedro endireitou-se.
Predicado Verbal

O Pedro é jovem
Predicado Nominal

é – verbo
jovem – predicativo do sujeito

Predicado Verbal  ->Verbo

Predicado Nominal  ->Verbo + Predicativo do Sujeito

Concluímos que: A linguística textual foca os aspectos formais e estruturais do texto e concentra as suas atenções no processo comunicativo estabelecido entre o autor e o leitor e o texto em um determinado contexto. A interação entre eles é que define a textualidade de um texto.
Esperamos que gostem do nosso trabalho e conclusão.
Boa leitura e bons estudos a todos J

O objetivo do blog
















O objetivo do nosso blog é fazer um apanhado de tudo aquilo que foi aprendido em sala de aula de uma maneira resumida a fim de todas as pessoas, sejam eles estudantes ou meramente curiosos, tenham a oportunidade de conhecer o que estudamos durante o semestre na faculdade.

O blog será uma ferramenta de grande utilidade, pois no mundo atual as pessoas tendem a se comunicar cada vez mais de maneira virtual, principalmente os jovens, e esse será a ponte que trará cada vez mais os alunos para perto dos professores a fim de que essa barreira escola – aluno – professor seja quebrada.

Nosso blog conta também com um plano de aulas que fizemos de maneira detalhada, onde pudemos entender de um jeito prático um pouco mais a respeito da realidade dos professores e dessa forma dividindo com nossos leitores e fazendo com que futuros estudantes de Letras sintam-se estimulados por meio do nosso trabalho.

Esperamos que apreciem nosso trabalho assim como adoramos fazê-lo e acreditamos que com eles várias pessoas possam ter um contato maior com o universo tanto literário quanto gramatical.


Boa leitura a todos J

terça-feira, 20 de maio de 2014

Nosso primeiro APS - Plano de Aula




UNIP
FACULDADE DE LETRAS



“ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA - APS”




NATHALIA GONÇALVES DOS SANTOS       
C03IDA-4
RODRIGO GONÇALVES COUTINHO 
C03627-7





SANTOS
2014






1 INTRODUÇÃO
O presente trabalho aborda uma das atividades essenciais dos professores para a realização de suas aulas, o plano de ensino. Todos os alunos se dividiram em grupos para que cada um deles fizesse um plano de ensino juntamente com um blog sobre a matéria da professora Celina Trajano de Teoria do Texto.
A respeito deste trabalho a ideia principal é focada no texto escrito, em música e imagem, pois acreditamos que isso abolirá o pensamento dos alunos de que texto é somente tudo aquilo que é escrito, fazendo com que eles tenham uma maior facilidade em identifica-los em qualquer lugar.
A preparação de um plano de aula é usada pelos professores em todas as instituições de ensino para que os mesmos tenham em mente as atividades que deveram ser feitas, ou seja, nada mais é do que uma previsão de como seguirá a aula, podendo haver algumas mudanças no decorrer do tempo.
Tivemos uma boa perspectiva sobre o blog, pois ele será uma ferramenta fundamental já que poderemos trazê-lo para a nossa realidade como futuros professores sendo que todas as pessoas atualmente estão conectadas na web, principalmente os jovens, onde será possível obter uma maior atenção da parte deles e facilitado assim o contato professor – aluno.



2. APS – TEORIA DO TEXTO
2. 1 Objetivos:
- Ampliar o conhecimento dos alunos acerca das mais variadas formas de texto através da música, textos e até mesmo imagens e quadros.
- Incentivar os alunos a leitura, realizando pequenos debates entre eles juntamente com a professora sobre o tema estudado.
- Solicitar aos alunos que façam pesquisas sobre os assuntos a serem debatidos em sala de aula, a fim de que já se sintam familiarizados com a matéria e assim tenham suas opiniões previamente formadas.
- Realizar a análise linguística sobre os textos estudados.
- Elaboração de textos por parte dos alunos, com a finalidade de que eles tenham o conhecimento prático daquilo que foi ensinado na teoria.
2. 2 Conteúdo:
- A língua e os textos;
- Paródia;
- Coesão e Coerência;
- Diferenças entre texto oral e escrito;
- Diferentes formas de texto: imagem, música e texto;
- Trazer em forma de debate as ideias e opiniões dos alunos;
- Relações entre a fala e a escrita;
- Diferentes tipos de leitores e leituras.

2. 3 Tempo estimado:
- Um mês e meio (aproximadamente)
2. 4 Ano:
- Ensino Médio.
2. 5 Material necessário:
- Caderno;
- A folhas contendo a imagem, a letra da música e o texto;
- Computador com internet para a realização das pesquisas.
2.6 Desenvolvimento:
1° Etapa:
Iniciaremos a aula explicando por aproximadamente quinze minutos o que será feito em sala de aula. Após isso os estudantes deverão escolher três diferentes formas de texto para que eles se dividam em três grupos. Esses textos serão: escrito, imagem e música onde cada um irá escrever e discutir sobre cada um deles expondo suas opiniões e ideias, podendo trazer esses textos para a sua realidade e a de seus familiares.
O tema abordado será a juventude, onde foram selecionados os seguintes textos: a música de Legião Urbana “Tempo Perdido”, o texto “ A juventude é o maior tesouro da humanidade” de Felipe Aquino do site Canção Nova e a pintura de William Bouguereau “ A juventude de Baco”.
2° Etapa:
Os alunos deverão escrever o que entenderam a respeito de seus respectivos textos e a partir disso deverão se apresentar diante da sala de aula expondo suas opiniões e seus pontos de vista para que dessa maneira ocorra um debate entre os alunos fazendo com que eles penetrem no universo dos textos, sendo o tema bastante conhecido por eles por estarem vivendo exatamente essa fase da vida, onde deverão dividir seus pensamentos com o resto da turma.
3° Etapa:
Na terceira etapa os alunos retornarão a escrever seu texto, porém agora com uma visão crítica tanto de seus pensamentos e ideias quanto a de seus colegas dos outros grupos onde deverão considerar os pontos fortes e fracos de sua apresentação e realizar as devidas alterações identificadas por nós professores, podendo também acrescentar algum comentário realizado por um colega.
Nessa fase acontecerá apenas um debate entre a turma não havendo apresentação.
4° Etapa:
Todos deverão juntar os três textos onde farão individualmente e de forma subjetiva uma intertextualidade a respeito da juventude escrevendo sobre a ideia que cada um deles tem acerca do tema utilizando tanto a imagem, a música e o texto podendo explorar o assunto utilizando outras ferramentas como a internet, mas sendo obrigatoriamente essencial a opinião do mesmo.
Essa atividade será inicializada em sala de aula, porém devido ao curto espaço de tempo deverá ser finalizada em casa e entregue na próxima aula.
5° Etapa:
Os alunos retomarão a aula anterior onde deverão fazer dessa atividade um trabalho individual bimestral que deverá ser apresentado em sala de aula onde escolherão um texto farão uma introdução, descrevendo o motivo pelo qual a escolha foi feita, escrever a sua opinião sobre texto selecionado e o seu entendimento a respeito dele, devendo conter no mínimo duas páginas e no máximo cinco, sendo obrigatória a entrega do texto escrito.
Deverão ainda ser feitas apresentações, onde os alunos retornarão aos seus grupos para realizar um peça de teatro ou um vídeo para os que escolheram o texto escrito, uma gravação, vídeo ou apresentação ao vivo para a escolha da música do Legião Urbana e um quadro retratando a imagem do seu ponto de vista e tentando trazê-la para os dias atuais, para os que escolheram o quadro.
6° Etapa:
Ao final das provas bimestrais os alunos deverão retomar o trabalho, porem dessa vez de uma forma diferente, onde cada um deles deverá fazer com que seu trabalho se transforme em uma paródia do original.
Todas as turmas do mesmo ano deverão fazer uma paródia do texto, da música e da pintura para apresentarem diante de toda a escola com a finalidade de haver um concurso onde a melhor paródia será divulgada no jornal da escola e será utilizada como texto para estudo da turma e colocado na prova bimestral para a realização de exercícios.


3. Conclusão

O presente trabalho foi de grande importância para nós, onde pudemos realizar pesquisas a respeito de diversos planos de aula, de forma a escolher o mais apropriado para que pudéssemos fazer o nosso próprio. O segundo passo foi determinar que tipo de aula seria realizada e assim chegamos a conclusão de montar uma aula dinâmica, onde os alunos trabalhariam encima de textos escrito, música e imagem. Acreditamos que um debate entre eles fosse de fundamental importância, pois seria uma maneira simplificada de fazer com que todos dividissem seus pensamentos com o resto da turma. Contamos também que uma apresentação para todos os alunos e funcionários da escola seria uma maneira de aproximar todos e fazer com que entendessem a mensagem passada pelos grupos, assim como a decisão de um concurso de paródia e a sua publicação tanto no jornal da escola quanto em exercícios e provas.

Defendemos a ideia de que o aluno que coloca em prática aquilo que aprende em sala de aula tem maior facilidade de entendimento e memorização, por esse motivo acreditamos que nosso trabalho foi realizado com sucesso trazendo confiança e mais entendimento para nossos alunos.

Compreendemos que o plano de aula é uma ferramenta de fundamental importância para o professor, pois é por meio dele que o educador pode fazer a previsão dos conteúdos que serão dados, as atividades desenvolvidas, os objetivos que pretende alcançar e as formas de avaliação.



Bibliografia

[1] Modelo do plano de aula -  http://revistaescola.abril.com.br/

[2] Texto - A juventude é o maior tesouro da humanidade” - http://formacao.cancaonova.com/diversos/a-juventude-e-o-maior-tesouro-da-humanidade/

[3] Letra da música do Legião Urbana, “Tempo Perdido” –

[4] Quadro “A juventude de Baco” - http://lsoares.blogs.sapo.pt/387448.html