Concepção de leitura
Foco no autor
Nessa concepção de língua como representação do pensamento e de sujeito como senhor absoluto de suas ações e de sua dizer, o texto é visto como um produto, lógico, do pensamento ( representação mental) do autor nada mais cabendo ao leitor senão “ captar” essa representação mental, juntamente como suas intenções ( psicológicas) do produtor, exercendo, pois, um papel passivo.
A leitura, assim, é entendida como a atividade captação das ideias do autor, sem se levar em conta as experiências e os conhecimentos do leitor, a interação autor-texto-leitor com propósitos constituídos sócio-cognitivo-interacionalmente. Foco de atenção e, pois o autor e suas intenções, e o sentido está centrado o autor, bastando tão-somente ao leitor captar essas intenções.
Nessa concepção de língua como representação do pensamento e de sujeito como senhor absoluto de suas ações e de sua dizer, o texto é visto como um produto, lógico, do pensamento ( representação mental) do autor nada mais cabendo ao leitor senão “ captar” essa representação mental, juntamente como suas intenções ( psicológicas) do produtor, exercendo, pois, um papel passivo.
A leitura, assim, é entendida como a atividade captação das ideias do autor, sem se levar em conta as experiências e os conhecimentos do leitor, a interação autor-texto-leitor com propósitos constituídos sócio-cognitivo-interacionalmente. Foco de atenção e, pois o autor e suas intenções, e o sentido está centrado o autor, bastando tão-somente ao leitor captar essas intenções.
Por sua vez, à concepção de língua como estrutura corresponde a de sujeito determinado, “ assujeitado” pelo sistema, caracterizado por uma espécie de “não consciência”. O princípio explicativo de todo e qualquer fenômeno e de todo e qualquer comportamento individual repousa sobre a consideração do sistema, que linguístico, quer social.
A leitura é uma atividade que exige do leitor o foco no texto, em sua linearidade, uma vez que “tudo está dito no dito”. Se na concepção anterior, ao leitor cabia o reconhecimento das intenções do autor, nesta concepção, cabe-lhe o reconhecimento do sentido da palavras e estruturas do texto. Em ambas, porém, o leitor é caracterizado por realizar uma atividade de reconhecimento, de reprodução.
Os sujeitos são vistos como atores/construtores sociais, sujeitos ativos que – dialogicamente – se constroem e são construídos no texto, considerado o próprio lugar da interação e da constituição dos interlocutores.
Nessa perspectiva, o sentido de um texto é construído na interação texto-sujeitos e não algo que preexista a essa interação. A leitura é, pois, uma atividade interativa altamente complexa de produção de sentidos, que se realiza evidentemente com base nos elementos linguísticos presentes na superfície textual e na sua forma de organização, mas requer a mobilização de um vasto conjunto de saberes no interior do evento comunicativo.
Texto e intertextualidade
Intertextualidade acontece quando há uma referência explícita ou implícita de um texto em outro. Também pode ocorrer com outras formas além do texto, música, pintura, filme, novela etc. Toda vez que uma obra fizer alusão à outra ocorre a intertextualidade.
Na paráfrase as palavras são mudadas, porém a ideia do texto é confirmada pelo novo texto, a alusão ocorre para atualizar, reafirmar os sentidos ou alguns sentidos do texto citado. É dizer com outras palavras o que já foi dito.
A paródia é uma forma de contestar ou ridicularizar outros textos, há uma ruptura com as ideologias impostas e por isso é objeto de interesse para os estudiosos da língua e das artes.
O Pastiche é a imitação rude de outros criadores – escritores, pintores, entre outros – com intenção pejorativa, ou uma modalidade de colagens e montagens de vários textos ou gêneros, compondo uma espécie de colcha de retalhos textual. A tradução se insere na esfera da intertextualidade porque o tradutor recria o texto original.
A Referência é o ato de se mencionar determinadas obras, de forma direta ou indireta. A Alusão é uma figura de linguagem que se vale da referência ou da citação de um evento ou de uma pessoa, concreta ou integrante do universo da ficção, denominada interlocutor. Ela é igualmente conhecida como ‘intertextualidade’ ou ‘polifonia’.
Concluímos que: essa foi a melhor aula do semestre pois pudemos conhecer mais sobre intertextualidade e aprendemos que vários autores sempre utilizam essas técnicas, como Maurício de Souza ao fazer uma intertextualidade com o famoso quadro de Leonardo da Vinci onde Mônica é pintada como se fosse a Monalisa. Aprendemos também sobre a famosa paródia que é encontrada com maior facilidade em programas televisivos e também na poesia como exemplo bastante conhecido, na poesia de Gonçalves Dias "Canção do exílio".
Esperamos que gostem do nosso trabalho e conclusão.
Boa leitura e bom estudo a todos. J
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